Voz do Seven

... de S. Paulo a Santa Comba Dão
Não é um jornal, é sim uma estante

O ATLÂNTICO É DEMASIADO PEQUENO

     
Terra adoptiva
São Paulo
  Terra Mãe
Santa Comba Dão

novembro 21, 2009

Unicef - 20 Anos da Convenção dos Direitos da Criança

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novembro 20, 2009

Zakumi sorri

... porque Portugal também vai estar por ali, pela sua África do Sul!

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O interessante da foto é ela ter sido captada bem longe do habitat africano do mascote oficial do Mundial 2010, numa loja em Pequim, República Popular da China, e talvez seja por isso que a economia de uns países cresce mais que a de outros!

São Paulo a ferver!

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Solidariedade luso-hispânica

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novembro 18, 2009

Apoio Total

... rumo à África do Sul.

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18 de Novembro, Quarta
19:45 horas.pt    17:45 horas.br

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novembro 17, 2009

Outono

... início das aulas, folhas caídas, míscaros, Natureza em tons castanhos (marrons), vindimas, nabiças, castanhas assadas, água-pé...
... sinto falta, sabiam?

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Enigmática beleza em preto e branco

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Fesbandas

Festival de Bandas Filarmónicas Cidade de Santa Comba Dão, o terceiro, que terá lugar na localidade de Pinheiro de Ázere, uma das freguesias do Concelho, no dia 29 de Novembro, Domingo, pelas 15 horas. Antes, às 14:30 horas, haverá arruada, afinal desfile pelas ruas da povoação.

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Estarão presentes, como nos é anunciado no cartaz publicitário, três Bandas: a anfitriã, Lealdade Pinheirense, a Banda Fraternidade de São João de Areias, localidade que é vila e também freguesia do Concelho, e a Banda 1º de Dezembro do Montijo, cidade do sul de Portugal.
Facto notório, pela negativa, claro, é a ausência da Filarmónica de Santa Comba Dão em festival que leva o próprio nome da cidade, mas pelo que lemos aí há tempos aquando de um encontro em Maio, marcado por quezílias que "já têm séculos", até talvez se deva considerar esta ausência como natural.

novembro 16, 2009

Resultados 14/15 Novembro

CAMISOLA PRETA

Resultados do futebol santacombadense no passado fim-de-semana de 14 e 15 de Novembro de 2009. Foram enviados pelo nosso amigo (e repórter) Rafael.
Os nomes das diversas categorias levam às respectivas classificações no portal zerozero.pt (fora da nossa responsabilidade, como é lógico) e os resultados do "Santacombadense" aos respectivos blogues.

Escolas

O Pinguinzinho

9-0

Vale de Açores

Infantis

Os Pestinhas

0-0

O Pinguinzinho

Iniciados

O Pinguinzinho

7-0

Viseu e Benfica

Juvenis

Santacombadense

0-5

Mangualde

Seniores

Santacombadense

3-0

Molelos


Pouco, muito pouco

Soube-me a pouco, muito pouco, só espero que tenha sido o suficiente!

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14 de Novembro, Sábado
1-0

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Vi o desafio um pouco aos solavancos (o que ajudou a enervar-me ainda mais) já que como não passou na TV aberta e não possuo a ESPN no pacote da TV Cabo, tive que me contentar com a transmissão via internet no sítio do Esporte Interativo.
Ontem, Domingo, estive um pouco ao paleio com a tertúlia domingueira junto à Banca de Jornais do meu amigo Domingos, um palmeirense que já se convenceu que o Brasileirão vai voar para outras paragens. Inevitavelmente veio à baila o Portugal vs Bósnia. Isso é que foi sorte, patrício, atalhou-me o Mário, três bolas na trave.
Bom, gaguejei eu, como torcedor de futebol admito que sim, que tivemos sorte e o que vi me deixa bastante apreensivo, mas agora como português acho que finalmente os deuses da bola se lembraram de nós.
Vai ser difícil na volta, remata o não sei quantos que me esqueceu o nome. Filho de portugueses gosta de brincar com a nacionalidade dele: não sabe se é português ou brasileiro, porque apesar de ter nascido por cá foi gerado do outro lado do Atlântico [o nascimento deu-se poucos dias após o navio ter atracado à costa brasileira].
Se vai, carago, atalhei eu, tendo depois o trabalho de explicar o que disse.

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Boa gente. Gostam de saber coisas da terrinha, nome que considero carinhoso e que se refere ao nosso pequeno rectângulo. Aliás eu próprio gosto de referir assim, antepondo-lhe santa porque tenho a vantagem de a minha terra ser Santa. Aqui no grupo não se conta piada de português. Pelo menos enquanto eu lá estou e verdade seja dita que às vezes até entro na onda principalmente com o Domingos, com quem tenho mais empatia, e lhe digo que português não é burro, não, agora filho de português (nascido cá) é que acho de orelha comprida. Diga-se num aparte que a família do Domingos pela parte paterna é de Cinfães, família Branco. Conheço alguns Brancos já que estive por lá pelo magnífico Douro dois inesquecíveis anos. Já contei também que a minha madrinha de casamento é a irmã do Domingos, mas assinale-se que foi a Inês minha madrinha o primeiro elo da amizade com esta família, educada à portuguesa como eles orgulhosamente fazem notar. O Domingos, homem de 63 anos, foca muito o pai e os ensinamentos, a educação, afinal. Adora Amália (já lhe gravei um CD) e como eu não tanto diz que sou lusitano de segunda apanha.
Contudo os filhos já não são muito apegados ao bacalhau e penso que dou assim a perceber como as raízes terão tendência a diluir-se no tempo. Aliás, acho que em países novos, como o Brasil, formados por descendentes de uma enorme variedade de nacionalidades há necessidade de vincar a própria nacionalidade que se adquire por nascimento para criar o espírito de Povo. Claro que as origens terão obrigatoriamente de fazer parte da História mas não andar a viver sistematicamente agarrado a elas. Veja-se o caso português, por exemplo: sei lá eu, nem me interessa, se descendo exactamente dos lusitanos, dos celtas ou dos iberos ou dos celtaiberos, ou até mesmo dos romanos, e, realce-se, que não me preocupa nada em saber se tenho sangue árabe ou judeu ou mistura dos dois. Só sei que sou português e que na origem do Povo Português esteve o sangue daqueles povos todos que povoaram a Ibéria. Assim será também, penso, daqui a uma centena de anos cá por terras brasilenses.
Sinceramente que nem sei como levei a crónica para este tema, mas talvez tenha sido por influência da Bandeira (enviada pelo meu primo Esmeraldo) que tive a preocupação de colocar na parede da sala momentos antes do início do desafio. É certo que não foi na varanda nem na janela (só quando for o Mundial, espero eu) mas afinal eu coloquei-A para mim, para nós. Pormenor: aquele pequeno quadro que serve de amparo à Bandeira foi feito por mim e nele está escrito o poema O Cravo embelezado por um cravo vermelho que usei num dos 25 de Abril que por cá vou passando. Virá a propósito dizer que tapado pela Bandeira está um poema embelezado com uma Rosa e na parede em frente duas fotos, da nossa Piruças 4patas e, atente-se bem, do inesquecível amigo Raposão em quadros que também fabriquei: sem saudade nem nostalgias, são apenas marcas para que a memória esteja sempre activa.

novembro 15, 2009

A rachadura

(crónica caseirinha que até pode ser útil a alguém que venha a ter problema similar)

CLICARNo Sábado, não ontem, no anterior, dia 7, porque o calor apertava e o mal-estar se apoderava do espírito reunimos em assembleia extraordinária cá em casa para tomar a decisão urgente: ventilador (ventoinha) ou circulador de ar.
Ar condicionado foi descartado porque voavam reais em demasia e após visitar páginas e mais páginas da web e esmiuçado modelos de ventiladores e circuladores, de três, quatro e cinco hélices, de cor branca e preta, de variados consumos em watts, não sei quantas mais características e de puxarmos pela calculadora para ver em quantas parcelas se poderiam dividir os reais do preço total sem provocar buraco orçamental, optámos por unanimidade (três votos a zero) por um fazedor de vento igual ao da figura [clicar nela para ampliar].
Vai daí, números para aqui e para ali, nome e endereço para acolá, fizemos a compra via internet nas Casas Bahia.
Na Terça-feira veio o tão apetecido driblador das altas temperaturas. Deveriam ser umas 15 horas quando assinámos a guia de entrega. "Se notar algo faça favor de comunicar", disse o entregador na hora da despedida. Nada a declarar, pareceu-nos. A máquina fazia vento, trabalhava em silêncio na velocidade mínima e na máxima não era barulho que incomodasse nem nós e muito menos os vizinhos (pensamos). As várias posições de inclinação também funcionavam na perfeição e quando assim é, quando tudo nos parece nos trinques o espírito sossega porque vá lá saber-se das razões mas cada vez que o ser humano faz uma compra anda uns dias desconfiado e em sobressalto.
Ainda não teriam decorrido duas horas de atmosfera refrescante quando me cheguei perto do aparelho para lhe modificar o grau de inclinação (fase de experimentação que todos fazem, claro) e, em olhar mais atento, notei um risco na "tampa". Parecia um cabelo, um fio de cabelo aí de uns quinze centímetros, não meu, claro. Sacudi-o com os dedos, mas como não saiu peguei num pano mais ou menos húmido. Quando tratei de limpar, veio a surpresa: não era cabelo, era rachadura, um risco-rachadura. Putz. Ainda nem dormiu cá em casa e já tem a primeira mazela? A Maria que não estava por perto veio logo, claro, para saber a razão dos xingamentos.
No portal das Casas Bahia há uma janela que nos permite o contacto na hora via chat ou bate-papo como queiram chamar a esses espaços de conversação com os dedos. Saiu-me em sorte a menina Solange que depois de me fazer interrogatório policial em que só faltou perguntar-me qual o número dos sapatos que calço [normas da casa senhor António] para comprovar que estava perante o "homem da compra", me fez a sacra interrogação: em que posso ajudar?
Comecei por lhe dizer que me sentia enganado (ainda guardo dentro de mim um certo conservadorismo perante as transações via net) e contei o caso, blá, blá, blá com aquela "doçura e simpatia" de quem precisa que lhe resolvam um caso.
Não tem problema senhor António, de momento não temos em "estoque" esse modelo por isso agradecia que fosse à loja física das Casas Bahia mais próxima.
Ai, ai, já estou frito, pensei de imediato. Não tenho transporte próprio tive a preocupação de frisar.
Não tem problema senhor António [nos entretantos escrevi que tinha sim um problema, a rachadura] eles [os da loja física] trazem a casa o novo aparelho e levam esse, o senhor só tem que lá ir e apresentar a nota fiscal e a identificação.
Pouco confiante lá fui eu ao outro dia. Apresentei-me ao gerente e ao que vinha. De chofre, a primeira pergunta: onde tem o aparelho? Relatei a conversa que tive com a menina, mas fez orelhas moucas. Que isso de transporte só com geladeiras (frigoríficos), por exemplo. Passado um bocado já me dizia que não era surdo, mas eu dizia-lhe que era para toda a clientela ouvir já que as Casas Bahia não estavam a cumprir o contrato feito na compra. Disse-lhe mais: que a conversa com a menina tinha sido por escrito e que estava gravada, conversa onde constava que em caso de dúvida o gerente devia contactar com o departamento da Loja Virtual e que se ele se recusasse para eu comunicar. Curiosamente ou talvez não, acedeu. Dei-lhe o número do protocolo da conversa tida com a menina Solange, telefonou não sei para onde e só assim anuiu a fazer a troca cá em casa. Não mais falou comigo, desapareceu à francesa, mandou uma funcionária. Bem atenciosa por sinal. Mais uma papelada preenchida e a promessa de que em 12 dias o novo aparelho está cá em casa.
Vamos lá ver. Mas enquanto não vem funciona este, o da rachadura, e funciona em pleno diga-se de passagem. Parece que até já nos afeiçoámos a ele e nem vem à memória a rachadura, mas o que é, é: queremos um sem rachadura e se não vier no prazo estipulado, temos mais caso, mainada!

Liberdade

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